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100 DIAS – Prefeito Maurílio diz que administração mantém nesse início o mesmo foco dos 48 meses das gestões anteriores

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Manter o mesmo foco e objetivos das duas gestões anteriores tem sido a marca do prefeito Maurílio Azambuja que completou na última segunda-feira, 10 de abril, 100 dias desta que é a sua terceira gestão como chefe do Poder Executivo Municipal Maracajuense. Na manhã da última segunda-feira, o prefeito foi entrevistado para o programa “Primeira Hora”, da Rádio Cidade, ocasião em que abordou as ações que foram desenvolvidas pela municipalidade nos 100 primeiros dias da atual administração e reafirmou a convicção de que o município continuará seu ritmo acelerado de crescimento. Confira a íntegra da entrevista:

MAURÍLIO AZAMBUJA – Nós iniciamos este nosso terceiro mandato com a mesma disposição, com o mesmo objetivo que são as pessoas do nosso município e estamos nesse período trabalhando diuturnamente. Os problemas são muitos; as dificuldades são imensas, mas, com planejamento, com atitudes e elencando prioridades, estamos conseguindo manter o município relativamente bem. A folha dos servidores nós pagamos normalmente antes do dia 30 – no máximo até o dia 30 de cada mês, porque é nosso pensamento valorizar os nossos colaboradores. Então, fico feliz de poder dizer que nos 48 meses dos outros dois mandatos e nos três meses dessa atual gestão, perfazendo 51 meses, pouquíssimas vezes, ou quase nenhuma vez, pagamos fora destes dias. Isto significa a valorização do servidor público. E temos as obras em andamento. A construção do novo Pronto Socorro; a construção da Escola do Geazoni em andamento; a urbanização completa da Rua Joaquim Ferreira Azambuja, ligando o Bairro Cambarai á saída de Campo Grande. Temos as obras da BBCA em andamento. Diminuiu um pouco o ritmo devido questões de importação de materiais, mas está caminhando é uma realidade. Nosso asfalto é velho e o nosso trânsito aumentou muito. A chuva que o município tanto precisa para a produção agrícola veio dentro do esperado e isso tem as consequências naturais que é castigar a malha pavimentada da cidade. A chuva traz esses transtornos, mas traz também a produção que é salutar para o município. Continuamos a pensar na saúde com muito carinho. Continuamos investindo na educação no mesmo ritmo com que terminamos o ano passado. Nesse ano, aumentou em torno de 12% os alunos da Rede Municipal, passado de 5.000 para quase 6.000 alunos. E temos de manter o transporte escolar, os uniformes, o material, a merenda escolar de qualidade, a capacitação dos professores. Em contrapartida, diminuíram os repasses do FPM e do ICMS. Mas, nesses 100 primeiros dias da administração, conseguimos manter a casa em ordem. E tenho certeza de que, com planejamento e objetividade, vamos manter Maracaju nessa linha crescente. Um exemplo de que crescemos são os mais de 3.500 lotes colocados à venda pela iniciativa privada que vão movimentar a economia do município.

MARACAJU HOJE – Está em andamento, na verdade, em fase e conclusão, a obra de urbanização que liga a Vila Juquita ao Bairro Paraguai, que é a urbanização da Rua Joaquim Ferreira Azambuja. É uma obra importante e de peso, não?

Rua Joaquim Ferreira Azambuja ligará VIla Juquita ao Bairro Paraguai, na saída para Campo Grande – Foto: Maracaju Hoje
MAURÍLIO AZAMBUJA – Está praticamente concluída. É uma obra produto de uma parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado. Nós entramos com os processos de desapropriação e o Estado com a obra em si. A conclusão e liberação estão dependendo de um probleminha a ser resolvido com o Imasul, mas que é de competência do próprio Estado. Importantíssima, porque é uma obra que vai facilitar o acesso das pessoas. Todos os projetos que a gente executa, o cidadão de Maracaju está em primeiro lugar. Então, as pessoas que vêm de fora, que vai para o bairro, para fazer suas compras nos supermercados, terão o acesso facilitado. Um acesso fácil e muito bom.

MARACAJU HOJE – Como estão as obras da indústria de esmagamento de milho da BBCA/

O conjunto habitacional construído pela BBCA para seus funcionários permanentes _ Foto: Maracaju Hoje
MAURÍLIO AZAMBUJA – Olha, as obras estão andando normalmente. O que houve foram alguns problemas com a importação das máquinas que vêm para cá. Houve uma modificação com a entrada do presidente Temer no comando do Governo. Tinha uma programação com o Governo Dilma. Com o Governo Temer, tem outra programação. Atrasou um pouquinho. Mas, basta ir lá no canteiro de obras e conferir: os silos estão prontos, as casas concluídas e prontas pra morar. Já se inicia a construção da subestação da rede elétrica. Enfim, a indústria é quase uma realidade.

MARACAJU HOJE – Nesse início de terceira administração, como tem sido a relação com a Câmara Municipal?

MAURÍLIO AZAMBUJA – Excelente. Temos sido bons parceiros. Temos conversado bastante e chegado á conclusão de que nossas ações têm de beneficiar a coletividade e não a individualidade de cada um. Na Câmara, praticamente todos os vereadores apoiam as ações que beneficiam a coletividade. Todos são nossos parceiros e entendem a realidade de que tudo que enviamos para ser votado na Câmara visa o bem do município. Com essa filosofia de trabalho quem ganha também são os próprios vereadores. Na verdade, a nossa administração é pautada em parcerias. Nós reformamos o Hospital Municipal através de uma parceria com a classe produtora rural. Somos parceiros do Rotary, do Lions, do Sindicato Rural, da Maçonaria, da Assema, enfim, de todos os segmentos sociais que querem o bem de Maracaju. E isso tem facilitado o trabalho da administração municipal.

MARACAJU HOJE – Nessa filosofia de parcerias, uma que tem dado muito certo é a que atende a merenda escolar através da aquisição de alimentos produzidos pelos pequenos produtores do município, não?

Hortaliças produzidas na Comunidade Quilomboa São Miguel abastecem merenda escolar
MAURIÍLIO AZAMBUJA – Pelo menos 70% de toda a merenda escolar de Maracaju é adquirida junto aos pequenos produtores que tem uma assistência muito grande da nossa administração. Nós assistimos os pequenos produtores através da Secretaria de Planejamento; Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Temos o responsável pelo Departamento Agropecuário, que é o Eloar Castellacci, sempre pronto para atender nossos agricultores familiares. Na verdade, existe um interesse da administração em cuidar das pessoas. Com esse projeto, em 2013, ganhamos o Prêmio Prefeito Empreendedor. E o fruto desse trabalho nós estamos colhendo. Na semana passada, por exemplo, 10 prefeitos da Zona da Mata, do Estado de Minas Gerais, vieram aqui conhecer o projeto para levar e implantar em suas comunidades. Essa é maneira que nós trabalhamos. Não perdemos o foco; não mudamos o ritmo.

MARACAJU HOJE – E um ponto importante: o dinheiro da merenda gira aqui dentro do município, certo?

MAURÍLIO AZAMBUJA – Com certeza. Basta citar que só os produtores da Comunidade Quilombola São Miguel venderam mais de R$ 600 mil para a merenda escolar. Esse é um recurso que não vai embora. Ele fica aqui. Gira aqui no comércio local, gerando riquezas e postos de trabalho no comércio e no setor prestador de serviços. Nós mantemos três feiras. A gente traz o produtores para a cidade para comercializarem seus produtos. Eles vêm da região do Assentamento Valinhos, Comunidade Quilombola, Assentamento Santa Guilhermina, onde temos alguns projetos em andamento em parceria com a Universidade Federal de nosso Estado, os projetos dos frangos caipiras e das hortaliças. Esses projetos são importantes porque fixam o pequeno produtor rural no seu local, produzindo, gerando renda, criando seus filhos. Nós pegamos nas mãos dos produtores, ensinamos ele plantar e colher os frutos do seu trabalho.

MARACAJU HOJE – Sintetizando, boas perspectivas para 2017, a despeito da propalada crise?

MAURÍLIO AZAMBUJA – Eu acho que a gente cresce é na crise. Temos outros municípios – e não sou ninguém para julgar – que vivem momentos de grandes dificuldades. Aqui, com planejamento e foco, pagamos nossos servidores em dia. Não temos filas de cobradores na porta da prefeitura, porque procuramos honrar com nossos fornecedores. Organizamos a parte administrativa. Estamos felizes com o andamento da nossa gestão.
Por: Jota Menon